sábado, 24 de septiembre de 2011

O neurônio do Sarney

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Acidentalmente, outro dia vimos os melhores momentos da final do UFC, um negócio que consiste em um ser humano tentar matar o outro numa arena octogonal. Ficamos extremamente impressionados: ali a prova irrefutável de que ainda não saímos das cavernas. Suportamos dois minutos, quando íamos desligar a tevê eis que um animal acerta um murro terrível, derrubando o outro. O primeiro jogou-se para cima do neandertal que jazia a sua mercê, incapaz de reagir, quase sem sentidos, tentando esmagar-lhe a cabeça com violentíssimas pancadas.

Ufa, que experiência desagradável. Desligamos a droga do aparelho sobressaltados. Se nos permitem, recomendamos aos pais muito cuidado com a tevê, pois os estelionatários apelam até para o futebol, inventando um clube para cada troglodita, para conseguir a atenção da moçadinha. 

Aliás, sobre a tevê, andamos pesquisando: o melhor mesmo é jamais ligar o objeto, nunquinhas, periga saltarem de lá outros trogloditas, dá de tudo, ratinhos, faustões, hebes, que enriquecem às custas dos néscios. Curiosamente, como os demais donos do Brasil, não se envergonham disso (de enriquecer às custas de néscios, num vulgar teatro bufão).

Bem que este assunto vem ao encontro de outro, sobre o qual estamos escrevendo, num texto chamado "O neurônio perdido", que tenta identificar a origem da falta de estômago (isso de não se envergonhar de ser "rico e bonito" às custas do sangue dos bugres), onde analisamos como funciona o cérebro dos patrunfos, o que vai nos levar, suspeitamos, até a idade da pedra.

E... bem..., íamos falar de que mesmo? Ah.

Acabou a guerra. A Copa do Mundo de Xadrez é do russo Peter Svidler, que bateu ao seu compatriota Alexander Grischuk em Khanty-Mansiysk  na finalíssima no dia... 

Fica para depois.

Y así pasan los dias.


(João da Noite sugeriu que colocássemos a foto de um faustão, ou ratão, para ilustrar as mal-traçadas. Mas não, nos arriscaríamos a perder os milhares de amigos do blog ao sujá-lo dessa maneira. Optamos pelo original, esse a gente compreende) 


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